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Chaves para recuperar os hábitos perdidos pelas crianças de acordo com a idade

Chaves para recuperar os hábitos perdidos pelas crianças de acordo com a idade


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Às vezes a vida vira de cabeça para baixo e nos força a nos adaptar a novas circunstâncias, algumas delas mais complicadas. No entanto, chega um momento em que tudo volta ao normal, embora às vezes tenhamos que falar de um novo normal porque nada é mais igual. Foi o que aconteceu com a quarentena e o confinamento do coronavírus, que ao chegar ao fim nos obriga a retome ou recupere hábitos perdidos para as crianças e para nós.

Que orientações devemos levar em consideração com as crianças, de acordo com sua idade, para que o retorno à normalidade e às rotinas diárias seja o mais eficaz possível?

Embora pareça estranho, possivelmente os filhos mais novos são aqueles que têm mais dificuldade para voltar ao normal. Por quê? Muito simples. Por quê isso de volta ao normal Vai demorar alguns meses, vai ser muito gradual e alguns deles não vão conseguir distinguir o que era normal e o que não era.

Devido às características da memória nessas idades, eles podem não se lembrar de como vivíamos juntos antes e podem aceitar alguns comportamentos como "normais", quando não o são. Por exemplo, tendo que se acostumar a conviver com uma doença contagiosa que exige maior higiene, pode ser o caso de frases como 'A grade não pode ser tocada' ou 'Minha mãe diz que abraços não podem ser dados'.

Pelo que, é muito importante ter conversas com eles no qual estamos enfatizando os comportamentos que temos agora e que geralmente não são 'normais' para que assimilem essas mudanças.

Por exemplo: 'Agora não podemos compartilhar nossos brinquedos com as outras crianças, mas depois de alguns dias, podemos deixá-los por um tempo'. Sempre de uma linguagem simples adaptada à sua idade. Por isso, queremos dizer que É bom conversar abertamente sobre o assunto com os mais pequenos e mostrar calma, mas tentando não saturá-los com informações ou normas excessivas.

Nessas idades, as crianças têm maior capacidade de raciocínio e compreensão e, portanto, também maior adaptabilidade. Eles estão mais atentos à situação e, por isso, será importante dirimir todas as dúvidas que possam surgir, ouvi-los e permitir que expressem suas emoções.

Por exemplo, quando dizemos a uma criança dessa idade que ela não pode se reunir para brincar com outras pessoas porque essas são as regras de isolamento e a criança fica com raiva, é inútil dizer a ela 'não fique com raiva'. Para ele, esse novo limite é injusto e você tem o direito de mostrar sua frustração.

É preferível conversar com ele, validar sua emoção e propor ou buscar uma alternativa entre os dois: 'Eu entendo como você se sente. Eu sei, é injusto. Eu também gostaria de jogar com você, mas agora não podemos. Não se preocupe, quando isso acontecer, nós dois vamos organizar uma partida, o que você acha? '

Assim como as crianças de 6 a 12 anos, os adolescentes estão ainda mais atentos à situação, mas devido ao estágio evolutivo em que se encontram e às suas características, tendem a ser mais relutantes em seguir as regras, desejam mais autonomia e preferem passam mais tempo com seus colegas do que com seus pais. No entanto, pode haver uma situação em que haja um certo confronto entre o que eu quero fazer e o que posso fazer. Pelo que, geralmente leva a certos conflitos em casa.

Da mesma forma, é importante ouvi-los, validar suas emoções e, nesses casos, negociar (sempre que possível). A imposição geralmente termina em conflitos familiares. Sempre levando em consideração as recomendações das autoridades sanitárias de nossa região, recomenda-se que os adolescentes tenham contato com seus amigos. Isso porque, na adolescência, o ambiente social é um pilar fundamental no seu desenvolvimento. Esse momento com os amigos será um grande momento de alívio emocional e desconexão.

Para tudo isso, porque as crianças podem retomar ou recuperar hábitos e rotinas que antes tínhamos sem muita dificuldade, devemos tranquilizá-los, dar-lhes apoio para administrar suas emoções e ensiná-los através do exemplo.

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Vídeo: Episódio Especial do Chaves - Dia da Infância. SBT DO BEM (Setembro 2022).


Comentários:

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