Estimulação infantil

Crie sua própria cesta de tesouro, o melhor presente para seu bebê

Crie sua própria cesta de tesouro, o melhor presente para seu bebê


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Ele Cesta de Tesouros É uma das experiências mais completas e o melhor presente (junto com as massagens) que podemos oferecer a um bebê a partir dos 6 meses aproximadamente. Existem muitas ideias que você pode encontrar em diferentes mídias sobre os materiais que podem e / ou devem compor, mas você realmente sabe como e por que escolher? Como apresentá-los? Como você age naquele momento?

A Cesta do Tesouro foi criada por Elinor Goldschmied, professora e graduada em Psiquiatria Social dedicada ao desenvolvimento da primeira infância e às relações mãe-filho. Ela trabalhou como consultora para Escolas Infantis no estágio 0-3 em cidades do norte da Itália, Londres e Barcelona.

Com a Cesta de Tesouros, Elinor Goldschmied desenhou uma proposta de jogo e aprendizagem baseada na possibilidade de descobrir o mundo a partir da atividade autônoma e autodirigida da criança, promovendo a tomada de decisão e a construção de novos aprendizados por meio das sensações que os objetos retornam.

A cesta como um recipiente deve ser larga e alta o suficiente para que não tombe facilmente com objetos se manuseado por uma criança. A quantidade de objetos que colocamos em seu interior, assim como a disposição, deve ser variável para garantir que o espanto e a curiosidade da criança mantenham seu nível de interesse elevado. Claro, temos que estar atentos que quanto maior o número de crianças que vão manipulá-lo, maior o número de objetos que teremos para oferecer (embora isso implique colocar objetos repetidos).

Na hora de escolher os materiais devemos ter em mente que eles não devem ser brinquedos, mas sim objetos do cotidiano que estimulam os sentidos da criança, oferecendo informações sobre pesos, temperaturas, tamanhos, texturas, sons, etc.

Nesse sentido, podemos agrupar os materiais com base na seguinte classificação:

1. Materiais naturais: fatias de madeira, cascas ou cascas grandes de frutas (laranjas, limões ...), grandes pedaços de cortiça ...

Quanto à madeira, além das fatias de madeira natural, podemos oferecer mais madeira tratada na forma de carretéis de fio, anéis, almofarizes, colheres grandes, rolos massageadores, etc.

2. Objetos metálicoss: pequenas tigelas, grandes molhos de chaves com bordas arredondadas, batidas de ovo, anéis de metal, colheres, etc.

3. Objetos de pano: bolsas, peças de tecido de diferentes texturas, luvas de banho, novelos de lã, etc.

4. Objetos que fazem sons: sinos, faixas de sinos, maracas de madeira.

5. Objetos de cerdas: pentes, escovas de dentes, escovas de desmaquilhantes ...

[Leia +: Como fazer uma bandeja sensorial para crianças]

Esses objetos devem ser escolhidos sob os critérios indispensáveis ​​de segurança e higiene. Nesse sentido, teremos que nos certificar de que os materiais não tenham arestas ou pontas afiadas que possam machucar as crianças, que sejam grandes para que não possam ser totalmente inseridos na boca ou que não tenham pedaços que saiam com o manuseio.

Devemos estar cientes de que a boca lança uma grande quantidade de informações sobre objetos e que as crianças exploram tudo o que querem descobrir chupando e mordendo, por estarem nessa fase oral, portanto, além de seguros, os materiais devem facilitar a higiene e devem poder ser lavados após cada uso.

Com base em ambas as premissas, o adulto deve estar ciente e substitua os objetos que se deterioram e perder suas propriedades ou começar a representar um perigo para as crianças.

Esta atividade é projetada para crianças entre aproximadamente 6 e 12 meses. Geralmente começa a ser oferecido quando as crianças conseguem se sentar sozinhas (já que suas mãos estão livres para facilitar a manipulação e exploração da cesta) e evolui até que as crianças consigam se mover (a partir desse momento, as crianças amplie exponencialmente seus interesses e a cesta pode não satisfazer mais sua curiosidade.)

Porém, eu te aconselho não restrinja atividades tão bonitas como esta em certos meses por padrão. Observe seu filho, seus alunos e, aos poucos, proponha a abordagem da Cesta quando as crianças se sentirem confortáveis ​​deitadas e interessadas em descobrir o que está ao seu redor.

Há crianças com 8-9 meses que engatinham e engatinham se movimentando no espaço em busca de satisfazer seu interesse, mas que ainda não adquiriram a posição sentada sozinhas, nesses casos A cesta pode ser uma atividade altamente benéfica para eles, mesmo que não cumpram o slogan de 'poder permanecer sentado'.

O professor e escritor espanhol José María Toro afirma que 'Presença é a ARTE de apresentar a sua essência' e é precisamente este o papel que o adulto deve assumir enquanto a criança ESTÁ ao lado da Cesta de Tesouros. El Cesto é uma oportunidade de descobrir, explorar, SER a partir da própria iniciativa, interesse e atividade autodirigida.

A criança deve ser capaz de decidir o que levar e como descobrir. Se é duro ou macio, se soa ou não, se é frio ou quente, não são atribuições que o adulto deva expor à criança. A essência do adulto deve ser oferecer sua presença, mas sem intervir explicitamente. Não devemos mostrar, acenar ou sugerir. Cuidando apenas da apresentação e do conteúdo, sem fazer mais nada, estaremos fazendo TUDO.

Durante o tempo em que a cesta está disponível para a criança, nossa missão é OBSERVAR as ações das crianças, podemos apontar as coisas que são mais significativas para nós, como seus objetos favoritos, se eles fazem ações concretas com eles, quais materiais geram rejeição ou antipatia, etc. Podemos variar os objetos do cesto, ampliando a oferta e variando o layout para que as crianças se sintam motivadas e surpreendidas cada vez que encontrarem o cesto.

Quando vemos que as ações das crianças estão se tornando mais 'heurísticas' (preencher-esvaziar, colocar-retirar, empilhar, construir ...), chegou a hora de evolua esta atividade para um jogo heurístico, mudando tanto os materiais quanto sua apresentação.

Assim como a criança tem a oportunidade de ESTAR com a Cesta de Tesouros, a Cesta deve poder ESTAR. Não existe um dia da semana ou uma hora do dia mais adequada do que outra, a Cesta é uma atividade que deve estar sempre à disposição da criança.

Presente, exposto e pronto a satisfazer a curiosidade inata dos mais pequenos, a devolver-lhes as sensações e a acompanhá-los nas primeiras descobertas deste mundo ao qual, não se enganem, são recém-chegados.

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