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Como explicar catástrofes para crianças de 6 a 9 anos


Desastres, acidentes e situações de violência como o terrorismo provocam emoções de tristeza, dor e desamparo. Se é difícil para os adultos expressar os sentimentos que essas situações provocam, é ainda mais difícil falar sobre isso com as crianças.

O que levaremos em consideração ao falar com crianças de 6 a 9 anos? As crianças dessa idade têm maior maturidade cognitiva, mas ainda não é a de um adulto. Por esse motivo, são especialmente vulneráveis ​​a informações mal interpretadas, porque misturam suas fantasias com o que alguns adultos ou outras pessoas lhes contam. Juntando essas peças, ele constrói uma imagem que não corresponde ao que realmente aconteceu.

Nesse período, eles são muito receptivos e apreendem incongruências. Por exemplo, dizer a eles que nada está errado, mas expressar estresse corporal. Descompasso entre linguagem 'verbal' e 'não verbal'. As crianças dessa idade entendem que as mortes ocorrem e também são irreversíveis. O que eles ainda não sabem é que também morrerão um dia, mas estão muito preocupados com o que acontece com as pessoas ao seu redor. Como você reage a essas situações extremas?:

- Perdem a autonomia adquirida durante o seu desenvolvimento, como deixar de comer com talheres, molhar a cama, etc.

- Eles podem ser muito agitados e irritáveis

- Mudanças nos padrões de comunicação podem ser vistas. Não querem falar de nada ou, pelo contrário, falam o tempo todo.

- Existe um medo geral de ficar sozinho, separar-se dos pais, ir a algum lugar.

- Pensa ou age continuamente sobre o que aconteceu. São pensamentos ou ações que ajudam a criança a processar o que aconteceu

- Podem ocorrer pesadelos, dificuldade em dormir ou hipersonia.

Que medidas os pais devem tomar para ajudar os filhos? Pais e mães, para fazer a função de contenção:

- Eles vão tentar evitar que os medos das crianças transbordem.

- Crie um ambiente calmo e relaxado

- Cite todas as emoções da criança usando uma frase que possa tranquilizá-la, como: 'Vejo que você está com medo, mas percebo que você está seguro aqui porque mamãe ou papai estão com você'.

Para acalmá-lo, os pais podem recorrer a situações anteriores que ajudam os filhos a ativar seus próprios mecanismos de enfrentamento. Para informar, use palavras simples para explicar o que aconteceu. Para normalizar a situação e confortá-lo, você não deve dizer ao pequeno que ele se sentirá bem, mas que ele deve estar ao seu lado quando ele precisar, acompanhando-o.

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